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23 de outubro de 2026

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Lucid Smog Disorder detalha faixa a faixa o novo disco The Slime and the Glory

Segundo álbum do grupo punk de Toronto tem doze faixas sobre a vida na cidade grande e saiu pela Longdog Records.

Publicado em · Apurado a partir de Punknews.org

O Lucid Smog Disorder lançou na semana passada seu segundo álbum, The Slime and the Glory, disponível em todas as plataformas pela Longdog Records. O grupo de punk rock de Toronto comentou o disco faixa a faixa, explicando o conceito por trás das doze músicas que compõem o trabalho.

Sucessor de Psychedelicacy, de 2021, o álbum consolida o som enérgico da banda e se concentra nas contradições da vida urbana. A narrativa acompanha um personagem que deixa a cidade pequena em busca de algo maior e descobre que a metrópole pode ser um lugar solitário, mesmo cercada de gente. A ideia aparece já na abertura, "Rollercoaster Daydreams", que apresenta a tensão central do disco: perseguir uma ambição e, no caminho, perder de vista o que se tinha antes.

Em "Queen of St Clair", a banda retrata o ritmo mecânico da cidade com uma batida four-on-the-floor constante, desfilando personagens do cotidiano urbano, do trabalhador do trem da manhã ao executivo da Bay Street. Já "Electric Boy" introduz uma figura que vive na cidade há tempo suficiente para enxergar o que há por trás do espetáculo, e trata de excesso de informação, cultura do consumo e gentrificação, com direito a uma referência a Ícaro.

O disco fica mais sombrio em "May Ham", de letra fragmentada e refrão direto, e em "Numb", sobre dessensibilização e o início de vícios que levam a comportamentos autodestrutivos. Segundo a banda, o personagem já percebeu que não está satisfeito com a vida que construiu e passa a buscar qualquer coisa que o faça sentir algo.

The Slime and the Glory já pode ser ouvido na íntegra.

Apurado a partir de Punknews.org

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Texto da nossa redação, com revisão prévia. Editor responsável: Remy Zdrojeski. Achou um erro? Escreva para sociais@remyzdrojeski.com.br e a gente corrige.

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