Fake Names lança "Punk Ruins" pela Epitaph com formação de peso e gravação relâmpago
Terceiro álbum do grupo com Brian Baker, Dennis Lyxzén, Michael Hampton e Johnny Temple chega em 23 de outubro com estreia do baterista Mario Rubalcaba.
O Fake Names volta às lojas e plataformas com "Punk Ruins", disco programado para 23 de outubro pela Epitaph Records. São doze faixas registradas, segundo a banda, em apenas cinco dias de estúdio, um método que combina com a proposta direta do grupo desde o início.
A formação segue sendo um dos assuntos inevitáveis quando se fala do projeto: Brian Baker (Minor Threat, Dag Nasty, Bad Religion), Dennis Lyxzén (Refused, INVSN), Michael Hampton (S.O.A., Embrace, The Faith) e Johnny Temple (Girls Against Boys, Soulside). A novidade fica por conta do baterista Mario Rubalcaba, conhecido por seu trabalho no Rocket From The Crypt e no OFF!, que estreia no disco.
O repertório abre com "Until Normal", faixa de teor político construída sobre riffs secos, e logo apresenta a música-título, que resume a fórmula do álbum: melodia, letras com intenção clara e arranjos sem excessos. "What I Tell Myself" aposta no refrão imediato, enquanto "Language Lost" e "Scream" trabalham a energia nervosa típica do punk de garagem.
Há espaço também para variação de andamento. "Diamond Buzz" baixa a rotação e assume um clima mais sombrio, com olhar panorâmico sobre o estado do mundo, e o encerramento fica por conta de "Paradise".
O resultado reforça a identidade que o Fake Names construiu desde a estreia: simplicidade de som e execução, sem a camada extra de produção que costuma pesar em discos de punk feitos por veteranos. É um trabalho que aposta na repetição como aliada, revelando detalhes a cada nova audição.
Apurado a partir de The Punk Site
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